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As Sociedades Distribuidoras de Valores têm cumprido um papel importante na intermediação de poupanças, aprimorando-se e capitalizando-se sucessivamente, ao longo destas duas décadas, desempenhando papel social, empregando, desenvolvendo know-how, favorecendo a colocação de títulos da Dívida Pública, estabelecendo laços próximos com clientes em vista de sua condição de empresas de porte pequeno, ou no máximo, médio, descaracterizando eventuais males dogigantismo, como a despersonalização.
Pela Lei de Mercado de Capitais, os integrantes do Sistema de Distribuição tinham por objetivo a subscrição de títulos para revenda ou sua distribuição em mercado, mediante autorização de funcionamento do Banco Central.
O acesso aos mercados Financeiro e de Capitais foi referido como "a colocação ou distribuição de títulos ou valores mobiliários nos mercados Financeiro e de Capitais.
A negociação mediante qualquer modalidade de oferta pública, mediante a utilização de serviços públicos de comunicação, em lojas, escritórios ou quaisquer outros estabelecimentos acessíveis ao público ou através de Corretores e intermediários que procurem tomadores para esses Títulos".
As Sociedades Distribuidoras foram inicialmente reguladas pela Resolução 48 do Conselho Monetário Nacional, de março de 1967, e posteriormente pela Resolução 76, de 22 de Novembro de 1967. Posteriormente, foram enormemente influenciadas pela Resolução 366, que estabeleceu critérios para operação com títulos públicos.
A dinamização do setor, com efeito, ocorreu nos anos 70. O capital escritural das Sociedades Distribuidoras mais que dobrou, em termos reais, entre dezembro de 1974 e dezembro de 1981.
Com o advento da possibilidade de as Sociedades Distribuidoras transformarem-se em Bancos Múltiplos, a Adeval, em 1991, atualizou seus estatutos, incorporando a seus quadros de associados as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central.
Para conferir: Fundada em 07 de Maio de 1965, com a finalidade de regularizar a atividade de corretagem de valores. Naquele momento transitava pelos órgãos competentes um trabalho do executivo que visava a regulamentação do Mercado de Capitais, e que seria portanto a oportunidade de apresentar contribuição utilizando a experiência de pessoas ali reunidas junto aos responsáveis pelos estudos daquele trabalho do executivo. Também a criação de uma mentalidade sadia entre os Corretores e que a seleção profissional carecia de cuidados imediatos, no sentido de melhorar a posição na época. |