F.D'GOLD D.T.V.M. LTDA.

CNPJ (MF) 08.673.569/0001-20

Av. Paulista, 1159 - Ed. Barão de Serro Azul - 13º andar - Cj. 1314 - CEP 01311-200 - São Paulo - SP


BALANÇOS PATRIMONIAIS ENCERRADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008

(Valores em R$ mil)


ATIVO

PASSIVO

2008

2007

ATIVO CIRCULANTE

770

549

DISPONIBILIDADES

732

535

OUTROS CRÉDITOS

32

13

Diversos

32

13

OUTROS VALORES E BENS

6

1

Despesas antecipadas

6

1

PERMANENTE

81

68

IMOBILIZADO DE USO

74

60

Outras imobilizações de uso

89

63

(Depreciações acumuladas)

(15)

(3)

DIFERIDO

7

8

Gastos de organização e expansão

9

9

(Amortização acumulada)

(2)

(1)

2008

2007

PASSIVO CIRCULANTE

149

42

OUTRAS OBRIGAÇÕES

149

42

Cobrança, arrec. tributos e assemelhado

-

11

Fiscais e previdenciárias

73

18

Negociação e intermediação de valores

12

-

Diversas

64

13

PATRIMÔNIO LÍQUIDO

702

575

Capital:

550

550

De Domiciliados no país

550

550

Reservas de lucros

127

-

Lucros acumulados

25

25

TOTAL DO ATIVO

851

617

TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

851

617


DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

2º SEMESTRE

31/12/2008

31/12/2007

RECEITAS DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA

465

970

382

Resultado de operações com títulos e valores mobiliários

465

970

384

Resultado com instrumentos financeiros derivativos

-

-

(2)

RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA

465

970

382

OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS

(388)

(787)

(349)

Despesas de pessoal

(80)

(155)

(95)

Outas despesas administrativas

(274)

(565)

(218)

Despesas tributárias

(31)

(68)

(36)

Outras receitas operacionais

-

6

-

Outras despesas operacionais

(3)

(5)

-

RESULTADO OPERACIONAL

77

183

33

RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES

77

183

33

IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL

(23)

(56)

(8)

Provisão para Imposto de Renda

(11)

(28)

(5)

Provisão para Contribuição social

(12)

(28)

(3)


LUCRO LÍQUIDO (PREJUÍZO) DO PERÍODO 54 127 25

Nº de quotas....................................:

550.000

550.000

550.000

Lucro/(Prejuízo) por quotas............... R$

0,10

0,23

0,05


DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS

31/12/2007

ORIGENS DE RECURSOS

620

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO DO PERÍODO

28

Lucro líquido do período

25

Amortizações e depreciações

3

RECURSOS DE TERCEIROS:

592

Aumento do Subgrupo do Passivo:

38

Outras obrigações

38

Diminuição dos Subgrupos do Ativo:

554

TVM e instrumentos financeiros derivativos

554

Outros valores e bens

-

Alienação de Bens e Investimentos:

-

Imobilizado de uso

-

APLICAÇÕES DE RECURSOS

85

INVERSÕES EM:

63

Imobilizado de uso

63

APLICAÇÕES DO DIFERIDO (+-)

8

AUMENTO DO ATIVO CIRC. E REAL. LONGO PRAZO

14

Outros créditos

13

Outros valores e bens

1

REDUÇÃO DO PASSIVO CIRC. E EXIG. A LONGO PRAZO

-

Outras obrigações

-


AUMENTO/REDUÇÃO DAS DISPONIBILIDADES

535


MODIFICAÇÃO NA POSIÇÃO FINANCEIRA

DISPONIBILIDADES

- Início do período

-

- Fim do período

535

- Aumento (ou redução) das disponibilidades

535


DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO

(Valores em R$ mil)


Período de 01/07/2008 a 31/12/2008

EVENTOS

CAPITAL REALIZADO

RESERVAS DE LUCROS

LUCROS OU PREJUÍZOS

ACUMULADOS

TOTAL


SALDOS NO INÍCIO DO PERÍODO EM 01/07/2008

550

-

98

648

Lucro líquido do período

-

-

54

54

Destinações

-

127

(127)

-

Reserva especial de lucros

-

127

(127)

-


SALDOS NO FIM DO PERÍODO EM 31/12/2008

550

127

25

702


MUTAÇÕES DO PERÍODO

-

127

(73)

54


Período de 01/01/2008 a 31/12/2008

EVENTOS

CAPITAL REALIZADO

RESERVAS DE LUCROS

LUCROS OU PREJUÍZOS

ACUMULADOS

TOTAL


SALDOS NO INÍCIO DO PERÍODO EM 01/01/2008

550

-

25

575

Lucro líquido do período

-

-

127

127

Destinações

-

127

(127)

-

Reserva especial de lucros

-

127

(127)

-


SALDOS NO FIM DO PERÍODO EM 31/12/2008

550

127

25

702


MUTAÇÕES DO PERÍODO

-

127

-

127

Período de 01/01/2007 a 31/12/2007

EVENTOS

CAPITAL REALIZADO

RESERVAS DE LUCROS

LUCROS OU PREJUÍZOS

ACUMULADOS

TOTAL


SALDOS NO INÍCIO DO PERÍODO EM 01/01/2007

550

-

-

550

Lucro líquido do período

-

-

25

25

Destinações

-

127

-

-


SALDOS NO FIM DO PERÍODO EM 31/12/2007

550

-

25

575


MUTAÇÕES DO PERÍODO

-

-

25

25


DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PELO MÉTODO INDIRETO

2º SEMESTRE

2008

Fluxos de caixa das atividades operacionais

Lucro líquido do semestre/exercício

54

127

Depreciações e amortizações

8

13

62

140

Variação de Ativos e Obrigações

(27)

83

(Aumento) redução de outros créditos

(25)

(19)

(Aumento) redução de outros valores e bens

30

(5)

Aumento (Redução) em outras obrigações

(32)

107

Caixa líquido proveniente das atividades operacionais

35

223

Fluxos de caixa das atividades de investimento

Alienações de:

Imobilizado de uso

-

24

Inversões em:

Investimentos

- -

Imobilizado de uso

-

(50)

Dividendos recebidos de coligadas/controladas

-

-

Caixa líquido usado nas atividades de investimento

-

(26)

Aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa

35

197

Caixa e equivalentes de caixa no início do período

697

535

Caixa e equivalentes de caixa no fim do período

732

732


NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007

(Valores em R$ mil)

1. Contexto Operacional

A F.D’GOLD Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. foi constituída em 12 de dezembro de 2006 e autorizada pelo Banco Central do Brasil a operar em 18 de janeiro de 2007.

Tem por objetivo atuar preponderantemente no mercado de ouro e de títulos e valores mobiliários em seu nome e/ou em nome de terceiros. 

2. Apresentação das Demonstrações Contábeis

As demonstrações contábeis foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os Pronunciamentos, as Orientações e Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, e apresentadas com as diretrizes estabelecidas, pelo Banco Central do Brasil, através do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF.

Na elaboração das demonstrações contábeis, é necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis incluem, portanto, estimativas referentes à seleção das vidas úteis do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, determinações de provisões para imposto de renda e outras similares. Os resultados reais podem apresentar variações em relação às estimativas.

Alteração na lei das Sociedades por Ações
Em 28 de dezembro de 2007, foi promulgada a Lei no. 11.638, alterada pela Medida Provisória - MP no. 449, de 4 de dezembro de 2008, que modificaram e introduziram novos dispositivos à Lei das Sociedades por Ações. Tiveram como principal objetivo atualizar a legislação societária brasileira para possibilitar o processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil com aquelas constantes nas normas internacionais de contabilidade que são emitidas pelo "International Accounting Standard Board - IASB". A aplicação da referida Lei e MP é obrigatória para demonstrações contábeis anuais de exercícios iniciados após 1º de janeiro de 2008. 

Parcela representativa das principais alterações promovidas já estão sendo adotadas pela Distribuidora e não impactaram nos lucros acumulados e ou resultado da Distribuidora.

Dentre essas alterações, há a determinação de que os lucros apurados em dado exercício sejam obrigatoriamente destinados para uma das reservas previstas em lei, não podendo haver retenção indiscriminada em rubrica de lucros acumulados, neste momento. Administração entende não ser possível deliberar a destinação do saldo de lucros acumulados de exercícios anteriores apresentados em 31 de dezembro de 2008.

A principal alteração foi a apresentação da Demonstração do Fluxo de Caixa – DFC em substituição à Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos – DOAR.

3. Resumo das Principais Práticas Contábeis

a) Apuração de resultado 

As receitas e despesas são reconhecidas pelo regime de competência. 

b) Demais ativos circulantes

São demonstrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos e das variações monetárias (“pro rata” dia) auferidos até a data do balanço e ajustado, quando aplicável, por provisão considerando os valores de mercado ou de realização.

c) Demais Passivos Circulantes

São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, encargos e variações monetárias (“pro rata” dia) incorridos até a data do balanço.

d) Imobilizado de uso/Diferido

O imobilizado de uso está contabilizado ao custo de aquisição e a depreciação foi calculada pelo método linear, com base em taxas que levam em consideração a vida útil e econômica dos bens segundo parâmetros estabelecidas pela legislação tributária, sendo 20% a.a. para “Sistema de Processamento de Dados” e de 10% a.a. para as demais contas. O Diferido é representado por “Benfeitorias em Imóveis de Terceiros e Gastos Logiciais”, sendo amortizado as alíquotas de 10% e 20% a.a. respectivamente.

e) Provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social

A provisão para o imposto de renda foi constituída à alíquota de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10% sobre os lucros que excederem R$ 240 no ano. A provisão para contribuição social é calculada sobre o lucro tributável antes do imposto de renda.

Por meio da Medida Provisória nº 413/2008, publicada no Diário Oficial da União em 03 de janeiro de 2008, convertida na Lei 11.727 de 23 de junho de 2008, art. 17, o Governo Federal majorou a alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das Instituições Financeiras de 9% para 15%, produzindo efeitos sobre os resultados a partir de 1º de maio de 2008. A Instrução Normativa RFB nº 810/08 definiu a base de cálculo da referida majoração, adotando-se o critério de proporcionalidade das receitas brutas auferidas a partir de maio, em relação ao total das receitas acumuladas até a data da apuração.

f) Contingências

Os passivos contingentes são reconhecidos quando, baseado na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os ativos contingentes são reconhecidos quando a administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não cabem mais recursos.

4. Disponibilidades

Representado por depósitos bancários no valor de R$ 431 (R$ 344 em 2007) em instituição financeira nacional, pelo caixa no valor de R$ 99 (R$ 35 em 2007) e por aplicação em ouro no valor de R$ 202 (R$ 156 em 2007).

5. Outras Obrigações


31/12/2008

31/12/2007

Fiscais e Previdenciárias/Cobrança e Arrec. Tributos

73

29

Impostos e contribuições sobre lucros a pagar

56

9

Impostos e contribuições sobre salários

3

2

Impostos e contribuições sobre serviços terceiros

2

4

Outros - Pis e Cofins

2

3

IOF a recolher

10

11

Diversas

64

13

Obrigações p/ aquisições de bens e direitos

8

-

Provisão p/pagamentos a efetuar

56

13


6. Capital Social, reservas e dividendos

O capital social é representado por 550.000 quotas, totalmente subscritas e integralizadas por cotistas domiciliados no país.

A administração classificou os lucros acumulados do exercício para reservas especiais de lucros no montante de 127.

7. Contingências

Os impostos e contribuições estão sujeitos à revisão e aprovação pelos órgãos competentes por períodos variáveis de tempo.

Não existem causas judiciais em que a Distribuidora seja contraparte. 

8. Despesas de Imposto de Renda e Contribuição Social


31/12/2008

31/12/2007

Resultado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social

183

33

Adições / Exclusões

-

2

Base de Cálculo

183

35

Imposto de Renda - 15 %

(28)

(5)

Contribuição Social – 9% e 15% (Nota 3.e)

(28)

(3)

Total da provisão de IRPJ e CSLL

(56)

(8)


9. Juros de Capital Próprio

No exercício encerrado em 31 de dezembro de 2008 e 2007, não foram pagos juros sobre Capital Próprio, conforme faculta o artigo 9º da Lei 9.249/95.

10. Partes Relacionadas


31/12/2008

31/12/2007

D´Gold Purificação de metal Precioso Ltda.

Outras despesas administrativas – Refino de Ouro (1)

67

35

Outras Partes relacionadas

Aquisição de Ouro

370

176


(1) A Distribuidora mantém com a ligada D`Gold Purificação de Metal Precioso Ltda contrato de prestação de serviços de refino de ouro e intermediação de compra e venda de ouro nas unidades operacionais da ligada.

As transações com partes relacionadas foram contratadas a preços compatíveis com as praticadas com terceiros, vigentes nas datas das operações, levando-se em consideração a redução do risco.

11. Instrumentos Financeiros Derivativos

Política de utilização

A Distribuidora utiliza instrumentos financeiros derivativos, registrados em contas patrimoniais e de compensação, com o propósito de atender às suas necessidades no gerenciamento de riscos de mercado de suas operações no mercado físico de ouro.

No exercício encerrado em 31 de dezembro de 2008 e 2007, não haviam instrumentos financeiros derivativos em aberto.

12. Riscos Operacionais

A Política de Risco Operacional da Instituição tem como objetivo definir diretrizes para a implantação e disseminação da cultura para a gestão do Risco Operacional, em todos os níveis da instituição. Estabelecendo papeis e obrigações para cumprir os objetivos traçados pela Diretoria. 

O gerenciamento do Risco Operacional é um dos principais pontos fundamentais da Instituição, pela característica de suas atividades, a instituição apresenta Risco Operacional baixo em razão de que suas atividades.

Em 26.06.2004, foi publicado o novo acordo da Basiléia (II), contendo a exigência de alocação de capital para o Risco Operacional. No Brasil a Resolução 3380, emitida pelo Bacen, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional, em 29 de junho de 2006, teve como definição: 

“A possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos.”

O gerenciamento de Risco Operacional deve prever: Identificação, avaliação, monitoramento, controle e mitigação do risco operacional; documentação e armazenamento de informações referentes às perdas associadas ao risco operacional; Elaboração, com periodicidade mínima anual, de relatórios que permitam a identificação e correção tempestiva das deficiências de controle e de gerenciamento do risco operacional; realização, com periodicidade mínima anual, de testes de avaliação dos sistemas de controle de riscos operacionais implementados; Elaboração e disseminação da política de gerenciamento de risco operacional ao pessoal da instituição, em seus diversos níveis, estabelecendo papéis e responsabilidades, bem como as dos prestadores de serviços terceirizados; Existência de plano de contingência contendo as estratégias a serem adotadas para assegurar condições de continuidade das atividades e para limitar graves perdas decorrentes de risco operacional; Implementação, manutenção e divulgação de processo estruturado de comunicação e informação.

FRANCISCO TRENTINO

Diretor

DIRCEU SANTOS FREDERICO SOBRINHO

Diretor

REINALDO DANTAS

Contador CRC-1SP 110330/O-6


Parecer dos Auditores Independentes

Aos 
Diretores e Quotistas da
F´D Gold Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.
São Paulo – SP

  1. Examinamos o balanço patrimonial da F.D’Gold Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., levantado em 31 de dezembro de 2008, e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa correspondentes ao exercício findo naquela data, elaborados sob a responsabilidade de sua administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis.

  2. Nosso exame foi conduzido de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil e compreendeu: a) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da Distribuidora; b) a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados; e c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da Distribuidora, bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.

  3. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis referidas no parágrafo 1, representam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da F.D’Gold Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., em 31 de dezembro de 2008, o resultado de suas operações, as mutações de seu patrimônio líquido e dos seus fluxos de caixa nas operações, correspondentes ao exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

  4. Conforme mencionado na Nota Explicativa nº 2, as práticas contábeis adotadas no Brasil foram alteradas a partir de 1º de janeiro de 2008. As demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2007, apresentadas de forma conjunta com as demonstrações contábeis de 2008, foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil vigentes até 31 de dezembro de 2007 e, como permitido pelo Pronunciamento Técnico CPC 13 – Adoção Inicial de Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória nº 449/08, não estão sendo reapresentadas com os ajustes para fins de comparação entre os exercícios.

  5. As demonstrações contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2007, apresentadas de forma conjunta com as demonstrações contábeis de 2008, foram examinadas por outros auditores independentes que, em 13 de fevereiro de 2008, emitiram parecer específico.

13 de fevereiro de 2009.

HORWATH TUFANI, REIS & SOARES Auditores Independentes
CRC 2SP015165/O-8

Alfredo Ferreira Marques Filho
Contador
CRC 1SP154954/O-3